
A curadoria da comKids apresenta curtas brasileiros em animação e live-action para crianças e adolescentes. De uma forma lúdica e divertida, os filmes contam histórias de todo o Brasil que fazem parte do universo cultural infantojuvenil contemporâneo: inclusão, diversidade, amizade e emoções.

Ihjãc, um jovem da etnia Krahô, da aldeia Pedra Branca, em Tocantins, ouve o espírito de seu pai, que o convoca para que se torne um xamã. Em negação, ele foge para a cidade. Distante da sua cultura e da sua ancestralidade, Ihjãc sentirá as consequências da sua decisão.

A travessia de Helena Ignez pelo cinema brasileiro corta quase sete décadas de trabalho como atriz e diretora de filmes. Das raízes baianas do Cinema Novo a mais nova produção audiovisual independente, passando pela experiência radical da Belair, produtora criada por ela, Rogério Sganzerla e Julio Bressane em 1970, seu percurso cruza toda a história do cinema brasileiro moderno. A mostra na IC Play faz parte da Ocupação Helena Ignez, em cartaz no Itaú Cultural até 18 de outubro de 2026.

Baseada na aclamada série de livros infantis de Silvana Rando, esta série de animação acompanha uma turminha inseparável que embarca nas mais diversas aventuras. Para o elefante Gildo, o pássaro Paulo e a estilosa barata Socorro, sempre há uma descoberta por vir. Não há limites para a imaginação quando, ao brincar, tudo é possível.

Momentos históricos do futebol brasileiro são eternizados nesta coletânea composta por cinejornais do Canal 100, o maior acervo cinematográfico de esportes no país. A programação especial conta com grandes nomes que fizeram história em campo, como Pelé, Zico, Garrincha e Sócrates. Partidas em território nacional e internacional resgatam momentos de comemoração e frustração vividos pela seleção brasileira.

No começo dos anos 1980, um grupo de jovens gays e mulheres festejam o Ano Novo. Enquanto isso, Suzano, um estudante de biologia, acaba de voltar do exterior, sentindo que algo de grave acontece com seu corpo. Primeira vítima da AIDS em Vitória, no Espírito Santo, ele tenta a todo custo entender a doença. Nesta jornada, constrói amizade com duas pessoas também infectadas: Rose, uma performer transexual, e Humberto, um estudante de cinema.

Com uma filmografia que rompe os limites entre documentarista e tema observado, Eliza Capai atravessa setores marginalizados da sociedade por meio de uma escuta sensível. Em um mundo em que o silêncio é uma ferramenta de opressão, a cineasta transforma o “registrar” em um ato de resistência. A IC Play reúne seis longas-metragens nos quais a diretora se envolve, com respeito e zelo, em existências distintas.